Posts de Setembro, 2007

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Web 2.0

25 Setembro, 2007

Web 2.0, ou melhor, a segunda geração da internet.

Foi após uma conferencia de Brainstorming, em outubro de 2004 que o conceito da Web 2.0 cresceu. O vice-presidente da  O Reilly percebeu que ela estava mais extraordinário do que nunca com as novas técnicas aplicadas. Na reunião, foram citados exemplos do que seria esta nova tecnologia e as ferramentas que seriam utilizadas neste novo projeto.

E deu certo!

Com esta conferencia começaram a surgir significados para este novo formado de web 2.0. Esses sites estão sempre atrás de novidades, sendo assim, nunca estão finalizados, conquistando os usuários.

Podemos usar como exemplo, um site que todos usamos com freqüência o GOOGLE. Outro site que está sendo bastante utilizado é o YOUTUBE. Concluímos então que esses sites são superiores no mercado da éra Web 2.0.

O maior objetivo da Web 2.0 é usar o meio virtual como fonte para serviços e atividades de relação entre as pessoas que o utilizam.

Citados como exemplo:

Orkut - site de relacionamentos

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11 Setembro, 2007

11-de-setembro.jpg O dia 11 de setembro de 2001 foi anormal para a grande maioria das pessoas do mundo. Todos aqueles que tinham acesso a algum meio de comunicação ficaram chocados com as imagens de aviões explodindo no World Trade Center, em Nova York.

Neste dia, estava já acordada… Tomei o café da manhã e me preparava para ler algumas coisas para a Faculdade quando o telefone tocou e houve o seguinte diálogo:

 - Gí, tu estás sabendo o que está acontecendo no mundo?
- Como assim? O que está acontecendo no mundo?
- No mundo, literalmente falando. Ligue a TV em qualquer canal que te explico o que está acontecendo?Liguei na Globonews, que com certeza estaria de plantão qualquer coisa que fosse que estivesse acontecendo. Vi então uma imagem do World Trade Center pegando fogo.

Depois disso vi aquela cena que veria repetida umas milhares de vezes naquele dia e nos seguintes: um avião vem sendo acompanhado pela câmera, desvia e choca-se frontalmente com o prédio que ainda não estava pegando fogo. 

Aquilo era uma demonstração de que não era um acidente, e que a autoridade e a segurança interna dos EUA estavam sendo contestadas.

Parecia um filme de ação dos melhores de Hollywood. Aviões fantasmas rondavam os céus, que chocados não entendiam ainda o que acontecia.

As câmeras mostravam os prédios pegando fogo e os apresentadores tentavam explicar o que parecia inexplicável: dois aviões haviam se chocado contra o símbolo maior do capitalismo dos EUA. Uma suposta bomba havia explodido no já evacuado.

Torres desabando. Foi algo assustador. Cento e tantos andares vieram ao chão com tal perfeição que não tínhamos visto em nenhuma implosão.

torres_11set1.jpg

Como aquela torre enorme estava no chão? E a outra, desabaria também? As TVs começaram a focar nas pessoas desesperadas se jogando de lá de cima.

Começaram as especulações: quantas pessoas estavam lá dentro? 5.000? 10.000? 20.000? Ninguém sabia. Onde estavam os outros aviões?!

O tempo passou e nada mais acontecia. Mas todos continuávamos ligados na TV. 

Os números oficiais chegaram a contar mais de 6.000 mortos nos atentados, mas atualmente este número ronda na casa dos 3.000, por causa de pessoas que não estavam nos prédios e foram dadas como mortas e por repetições nas listas.

Pouco depois que a situação se acalmou, começaram os trabalhos de resgates das vítimas, que incluíam centenas de bombeiros e policiais que tinham subido nas torres pra ajudar na saída das pessoas que lá trabalhavam. Os trabalhos seguiram por semanas, mas só nos 3 primeiros dias foram localizadas pessoas com vida. Nos outros, somente restos e pedaços de gente.

Um mês depois já eram tratores e escavadeiras que trabalhavam no local.

Hoje, seis anos depois, os norte-americanos fizeram silêncio para lembrar os mortos nos atentados de 11 de setembro de 2001, enquanto Osama bin Laden reaparecia para elogiar os seqüestradores que cometeram o ataque.

Bin Laden, líder da rede Al Qaeda, responsável pelos ataques, desafiou os EUA com uma nova gravação de áudio, na qual elogia os “19 paladinos” que seqüestraram os aviões e os usaram como mísseis.

Também houve cerimônias no Pentágono, onde um terceiro avião foi lançado, e num campo da Pensilvânia em que um quarto avião caiu.

O presidente George W. Bush, seu vice, Dick Cheney, e as respectivas esposas fizeram um minuto de silêncio no jardim da Casa Branca pontualmente às 8h46 (9h46 em Brasília), quando o primeiro avião atingiu Nova York.

 

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11 Setembro, 2007

No dia 30 de agosto, a página inicial do site de notícias Globo.com passou por uma transformação. A principal mudança foi o aumento da resolução para 1.024 x 768 pixels, que permitiu a inserção de mais uma coluna, aumentando o espaço para notícias. As informações estão mais organizadas e a navegação está mais fácil – pois classifica as editorias por cores. O site perdeu a imagem de “jornal online” e ganhou um ar mais amigável, com menos textos, mais imagens e links – o que prende a atenção do internauta. Além disso, foi acrescentada uma quinta coluna que traz atualizações minuto-a-minuto e mostra a programação da TV Globo.Segundo o canadense McLuhan, o meio é uma extensão tecnológica e pode ser visto como ambiente de comunicação, tendo espaço para articulações. Visualizamos isso na internet, podendo entrar em links ou até mesmo debater em sites. Neste caso, o portal da Globo.com cria uma nova linguagem. A manchete, por exemplo, recebe a cor vermelha, o que seria pouco plausível em jornais, mas já está sendo utilizado em revistas. Outra novidade é o fato de as noticias mais lidas serem colocadas em destaque, como citado anteriormente. O telespectador da TV Globo, acostumado a receber passivamente o conteúdo oferecido pelo veículo, sente-se confortável ao acessar o site e deparar-se com a grande quantidade de imagens e assuntos que ele já conhece da televisão.

O site é um meio mais dinâmico do que o do veículo jornal ou TV, e que a Globo.com está utilizando as tecnologias do meio internet justamente para criar mensagens que não podem existir no meio TV ou jornal.

O autor ainda mostra maneiras de explorar a tecnologia da comunicação, usado como um jogo de interpretação. Cada leitor tem uma visão sobre o assunto e uma forma diferente  de interpretar o conteúdo em pauta. Se o texto estiver em português, somente os que dominam português vão entendê-lo.

Então, com o design mais objetivo, o portal Globo.com busca melhor aceitação do público, com tantas mudanças e modernidade, acho que já está conquistando.